Parceria entre as três principais entidades do segmento busca ampliar a competitividade das empresas, fortalecer a interlocução institucional e impulsionar a inovação no estado
As três principais entidades representativas do setor de tecnologia do Rio de Janeiro — Assespro-RJ, Riosoft e TI Rio — oficializaram uma aliança institucional voltada ao fortalecimento do ecossistema de inovação fluminense. O anúncio foi feito durante o painel “Liderança organizada para um Rio mais inteligente”, realizado no Rio Innovation Week.
A iniciativa reúne as entidades em torno de uma agenda estratégica comum para ampliar a competitividade das empresas de tecnologia, fortalecer a interlocução com os poderes públicos e estimular o desenvolvimento econômico baseado em inovação. Apesar da atuação conjunta, cada organização manterá sua autonomia, identidade institucional e modelo de governança.
O Rio de Janeiro concentra mais de 30 mil empresas de tecnologia da informação, além de universidades, centros de pesquisa, startups, parques tecnológicos e ambientes de inovação. A nova aliança pretende conectar esses atores de forma mais eficiente, promovendo ações integradas para ampliar o acesso a recursos, fortalecer políticas públicas e acelerar projetos estruturantes.
Entre as prioridades definidas pelas entidades estão a ampliação do diálogo com governos e instituições de fomento, a integração entre empresas, universidades e centros de pesquisa, a produção de estudos e indicadores do setor, a formação e retenção de talentos, a atração de investimentos e a defesa de um ambiente regulatório favorável ao crescimento da economia digital.
Outro foco será fortalecer a integração entre a capital e os polos tecnológicos do interior do estado, aproximando diferentes regiões e estimulando o desenvolvimento de ecossistemas locais de inovação.
Como uma das primeiras ações da agenda conjunta, Assespro-RJ, Riosoft e TI Rio promoverão encontros institucionais com candidatos e pré-candidatos aos poderes Executivo e Legislativo para apresentar as demandas do setor e ampliar o diálogo sobre políticas públicas voltadas à tecnologia e à inovação, respeitando a legislação eleitoral e mantendo caráter institucional e apartidário.

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