No Dia do Nutricionista, especialista destaca que alimentação equilibrada pode reduzir o impacto das doenças crônicas e preservar a autonomia ao longo dos anos.
Viver mais não significa, necessariamente, viver melhor. Com o aumento da expectativa de vida da população brasileira, cresce também a preocupação com os anos vividos sob o impacto de doenças crônicas e limitações funcionais. No Dia do Nutricionista, celebrado em 31 de agosto, especialistas reforçam que a alimentação tem papel decisivo na promoção de uma longevidade saudável.
Segundo Paulo Telles, nutricionista da Clínica SiM e pós-graduado em Nutrição Clínica e Nutrição com Bases em Gerontologia, a adoção de hábitos alimentares equilibrados desde cedo pode contribuir para reduzir o risco de doenças como diabetes, hipertensão e problemas cardiovasculares. O profissional destaca que a prevenção deve fazer parte da rotina e não apenas começar após o surgimento de problemas de saúde.
Além de uma alimentação rica em alimentos in natura, fibras e antioxidantes, o especialista aponta que o acompanhamento nutricional individualizado ajuda a identificar deficiências nutricionais, preservar a massa muscular e fortalecer a saúde intestinal, fatores importantes para manter a autonomia durante o envelhecimento.
Para o nutricionista, a construção de uma velhice mais saudável depende da combinação entre boa alimentação, prática regular de atividade física e sono de qualidade. A proposta é transformar o aumento da expectativa de vida em mais anos vividos com disposição, independência e bem-estar.
📷 Crédito da foto: Divulgação.



