O lançamento da segunda edição do Festival Nacional de Artesanato na Bahia (FENABA) será marcado por um desfile especial na CASACOR Bahia, no próximo dia 22 de agosto, às 18h. O evento reunirá peças exclusivas criadas por artesãs e artesãos baianos, vestidas por modelos oriundos de comunidades periféricas, sob direção do modelo e empresário Carlos Cruz. O tema escolhido, “Letras e Ritmos: A Sinfonia do Artesanato da Bahia”, pretende traduzir em moda a força da economia criativa do estado.
A noite será dedicada a convidados, arquitetos, formadores de opinião, autoridades e visitantes da CASACOR, que poderão participar mediante ingresso da mostra. O evento terá abertura com show da cantora Cláudya Costta, seguida pelo desfile e encerramento comandado pelo DJ Elton Santos. A proposta é unir moda, música, design e ancestralidade em uma mesma experiência.
O secretário da Setre, Augusto Vasconcelos, destacou que o festival consolida o artesanato baiano como referência nacional, ao mesmo tempo em que gera renda e oportunidades para milhares de famílias. Já Carlos Cruz reforçou o caráter inclusivo da iniciativa, que dará visibilidade ao projeto Periferia do Futuro, capacitando jovens periféricos para a passarela e reafirmando o artesanato como instrumento de transformação social.
Com o dobro de estrutura em relação à edição anterior, o II FENABA acontecerá de 9 a 12 de outubro, na Arena Fonte Nova. Serão mais de 500 artesãos do Brasil inteiro, incluindo 310 da Bahia e cerca de 190 de outros 18 estados, além de uma programação musical com artistas locais e nacionais. A expectativa é de atrair mais de 8 mil visitantes por dia, consolidando o evento como o maior do setor no país.
Realizado pela Coordenação de Fomento ao Artesanato da Bahia (CFA), vinculada à Setre, em parceria com os institutos Convida, Curupira e IBDE, o festival reforça o papel do artesanato como parte da identidade cultural baiana. Panelas de barro, trajes típicos, berimbau, atabaques e outras expressões populares estarão representados como símbolos da ancestralidade e da criatividade que fazem da Bahia um celeiro cultural singular.



