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Eduardo Mauricio: advogado de Nelma Kodama, primeira delatora da Operação Lava Jato, no processo de extradição em Portugal

Reconhecido internacionalmente pelos trabalhos desenvolvidos no âmbito jurídico, Eduardo Maurício é especialista em Direito Criminal e proprietário do escritório Eduardo Mauricio Advogados – com sede em Lisboa, na famosa Avenida da Liberdade, e em São Paulo, no coração da cidade, na Avenida Paulista. O advogado atualmente é responsável pela defesa de Nelma Kodama em Portugal, exclusivamente no processo de extradição, presa por suposto narcotráfico durante a Operação Descobrimento, deflagrada pela Polícia Federal.

Sócio fundador do escritório, Dr. Eduardo Maurício disponibiliza para os seus clientes atendimento jurídico em assuntos nacionais e internacionais. Com foco nos países de língua portuguesa, francesa, italiana, espanhola e inglesa/americana, atua principalmente na área do direito penal, mas presta atendimento jurídico também em requerimentos de Nacionalidade, autorizações de residência e quaisquer outros tipos de vistos para Portugal e países membros da União Europeia.

Dr. Eduardo Mauricio tem como pilar do seu trabalho a busca pela liberdade. Para o advogado é importante oferecer ao cliente todas as possibilidades para resolução do seu problema, por isso afirma: “Eu tenho o vício da defesa da liberdade. Não escolho causas para defender alguém”, frase que utiliza como lema no seu trabalho.

ENTENDA O CASO NELMA KODAMA

Nelma Kodama é uma doleira, investigada na Lava Jato. Ela ganhou notoriedade ao se tornar a primeira delatora da operação. Chegou a ser condenada em primeira instância a 18 anos de prisão por corrupção, evasão de divisas e organização criminosa, entretanto foi beneficiada pelo indulto concedido pelo ex-presidente Michel Temer.

A doleira também ganhou destaque na imprensa brasileira devido à sua relação amorosa com o também doleiro, Alberto Youssef. Em 2018 foi investigada por receptação de joias roubadas, após aparecer nas redes sociais com um conjunto de par de brincos, um anel e pingente de rubis, avaliado em R$ 150 mil.

Neste ano, Nelma foi presa em Portugal por suposta associação ao tráfico internacional de drogas. A Operação Descobrimento, deflagrada pela Polícia Federal, identificou que a doleira supostamente integrava o primeiro núcleo do esquema.

A Embaixada Brasileira solicitou a extradição de Nelma Kodama. Com a devida documentação apresentada à Justiça portuguesa, a data de transferência da doleira será divulgada o quanto antes. Mas, caso os prazos não sejam cumpridos e os documentos não sejam validados, a defesa espera conseguir a soltura da doleira.

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