Estudo aponta o olfato como um dos sentidos mais ligados às emoções e lembranças
O cheiro da terra molhada, da comida feita em família, do mar ou até dos produtos usados na rotina da casa pode despertar lembranças capazes de atravessar gerações. Celebrado em 15 de maio, o Dia Nacional da Família reforça justamente a importância dessas conexões emocionais construídas nos pequenos momentos do cotidiano.
Segundo estudo da Universidade de Utrecht, o olfato é considerado um dos sentidos mais potentes quando o assunto é memória afetiva. Isso acontece porque ele está diretamente ligado ao sistema límbico, região do cérebro responsável pelas emoções e recordações.
A jornalista Cleia Mota afirma que um dos cheiros mais marcantes da infância está associado aos produtos utilizados pela mãe durante os cuidados com a casa.
“Um cheiro que me marcou muito foi dos produtos da Brilux que minha mãe utilizava para organizar a casa. Como ela tinha uma rotina intensa entre trabalho, maternidade e vida religiosa, sempre escolhia a marca pela praticidade e qualidade”, relembra.
Com o passar do tempo, Cleia manteve o hábito dentro da própria rotina familiar. Hoje, a filha de 9 anos também associa os aromas à sensação de acolhimento e cuidado.
“Quando sentimos o cheiro dos produtos, automaticamente lembramos de casa e dos momentos em família”, destaca.
A auxiliar de cozinha Adriane Barreto vive experiência semelhante. Ela conta que cresceu acompanhando a mãe, Ana Lúcia, utilizando produtos da mesma marca no dia a dia.
“Minha mãe sempre usou água sanitária e sabão líquido da Brilux. Além da essência agradável, ela confiava na qualidade dos produtos”, afirma.
Mais do que fragrâncias ligadas à limpeza doméstica, esses cheiros acabam se transformando em símbolos afetivos, capazes de reforçar vínculos familiares e despertar sentimentos de pertencimento, cuidado e memória emocional.



